

Bem-vinda!
Talvez você tenha mudado de cidade.
Ou iniciado uma nova fase da vida.
Ou esteja enfrentando desafios que não esperava.
Quando a vida muda, nem sempre nossa mente acompanha no mesmo ritmo.
Podem surgir inseguranças, medo de não dar conta, sensação de solidão ou de não pertencimento.
E sustentar tudo isso sozinha pode ser exaustivo.
E pedir ajuda não é fraqueza.
É um gesto de cuidado consigo mesmo.
O que acontece emocionalmente durante períodos de mudança?
Momentos de transição exigem adaptação. E quando essa adaptação ultrapassa nossa capacidade emocional naquele momento, surgem sinais de alerta.
Em momentos de mudança, algumas respostas emocionais e corporais comuns podem incluir:
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Pensamentos acelerados e preocupação constante
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Tensão física e sensação de alerta contínuo
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Dificuldade para dormir ou relaxar
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Medo de decisões e insegurança excessiva
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Irritabilidade ou sensação de estar sobrecarregada
A psicoterapia vai além dos sintomas. Aqui, buscamos compreender o que está por trás dessas emoções e como você pode atravessar essa fase com mais equilíbrio e consciência.

Como posso te ajudar
Ansiedade e adaptação
Quando a mente permanece em alerta diante de novas fases.
Transições e recomeços
Mudança de cidade, carreira, maternidade ou relacionamentos.
Identidade e pertencimento
Quando você sente que já não se reconhece como antes.
Sobrecarga emocional e limites
Exaustão, dificuldade de dizer não e autocobrança constante.

A psicoterapia online permite que você tenha um espaço seguro de escuta e cuidado emocional, independentemente de onde esteja.
Atendo mulheres que vivem no Brasil e também aquelas que estão no exterior e enfrentam os desafios emocionais da adaptação cultural, da distância da família e da reconstrução de vínculos.
Mesmo à distância, o cuidado continua sendo próximo, ético e acolhedor.
Você não precisa atravessar essa fase sozinha.
Terapia online para mulheres no Brasil e no exterior

Sobre mim

Sou Isabela Veroneze, psicóloga, e acredito que cada mulher carrega uma história única - especialmente nos momentos de transição.
Possuo Pós-graduação em Psicologia da Saúde e especialização em Psicologia Perinatal, área que envolve os aspectos emocionais relacionados ao planejamento familiar, gestação, parto, pós-parto.
Atualmente sou Analista em formação em Psicologia Analítica Junguiana e Pós-graduanda em Psicologia Clínica.
Ofereço um espaço seguro de escuta, reflexão e elaboração emocional, respeitando sua história e o seu tempo.
Isabela Veroneze
CRP 08/17540

Artigos
Textos que ampliam sua compreensão sobre ansiedade, transições e desenvolvimento emocional.
Em terras distantes
Explorar terras distantes em busca de novas oportunidades exige coragem. E essa jornada gera, em grande parte das vezes, níveis de estresse tão intensos que ultrapassam a capacidade de adaptação humana, acarretando em verdadeiros desafios emocionais diários. Recomeçar e criar novas raízes sociais e culturais em um novo lugar pode parecer fácil, mas os sonhos de uma vida melhor carregam inúmeras barreiras que tornam o caminho das realizações mais pesado e doloroso, como a sensação de perda, de isolamento e não pertencimento ao lugar e às tradições, preconceitos vivenciados, solidão, saudade e distanciamento dos parentes. A dificuldade na comunicação e socialização, além das dificuldades financeiras e de adaptação à rotina e cultura local, também podem acarretar em desequilíbrios emocionais. Portanto a saúde mental merece atenção! Compartilhe o que sente com amigos e familiares; busque e mantenha contato com pessoas que estão tendo ou tiveram experiências parecidas e que acolham e compreendam suas dores; pratique o autocuidado e busque ajuda profissional. E lembre-se: você é o autor da sua própria história e não veja cada dificuldade como um sinal de fraqueza, mas que cada obstáculo superado pode te fortalecer durante o caminho para que alcance os seus tão sonhados objetivos!
A culpa na maternidade
Costuma-se dizer que quando nasce uma mãe, nasce também uma culpa. Difícil é encontrar uma mulher que tenha filho e não tenha tido esse sentimento ao menos uma vez. Seja por estar longe ou perto demais do filho, por trabalhar fora ou pelos afazeres domésticos, por sentir que há muito ou pouco apego, por sair sem os filhos, por ter perdido a paciência em algum momento. Enfim, os motivos são diversos e infinitos. Existe a crença de que a mulher deve dar conta de tudo, levando a uma auto cobrança e uma pressão da sociedade, como se a responsabilidade pelos filhos fosse exclusivamente da mãe. É percebido que os homens não sentem esse mesmo peso, ou pelo menos não na mesma proporção. É necessário ressaltar que o sentimento de culpa pode ser benéfico quando este leva a uma reflexão e avaliação de suas atitudes, e consequentemente permita promover um aprimoramento constante. Contudo é importante estar atento ao nível de frequência e intensidade com que a culpa surge no dia a dia da mulher e a maneira com que esta tem afetado sua vida. Nesse sentido, um psicólogo perinatal pode auxiliar no processo de autoconhecimento, favorecendo o reconhecimento e atenuação da culpa, proporcionando assim uma maior qualidade de vida e uma relação familiar mais saudável.
Lutos invisíveis
A dor que a sociedade não compreende, mas merece ser reconhecida... As perdas são inevitáveis e fazem parte do processo da vida. E isso causa dor que se intensifica à medida em que não permitem seu sofrimento. Além da dor existir, não poder senti-la é cruel. Diferente do luto convencional, o luto invisível é quando a sociedade não compreende a dor da perda. Porém não precisamos passar pela mesma dor pra entender o que o outro sente. Aliás, nunca sentiremos igual. Também não devemos tentar minimizar com frases prontas de que vai passar, que é assim mesmo, ou que poderia ser pior... Engana-se quem pensa que isso alivia o sofrimento. Na verdade é mais uma invalidação do sofrimento do que um consolo. Existem diversos lutos invisíveis, como por exemplo a perda de um bebê, de um animal de estimação, o fim de um relacionamento, a perda de emprego, aposentadoria, um lugar que teve que deixar, o diagnóstico de uma doença grave, um familiar com Alzheimer que não o reconhece mais, distanciamentos familiares e inúmeros outros casos. E você pode perceber o luto de uma forma diferente, então evite diminuir o sentimento do outro, permita que a pessoa vivencie o luto no seu tempo, ofereça apoio emocional, tente ouvi-la e acolher sua dor, e encoraje-a a buscar ajuda profissional para que possa enfrentar e elaborar o luto. Então à você que está vivenciando o luto, seja qual for... receba um grande abraço e saiba que está tudo bem sentir sua dor (mas se estiver difícil lidar com ela, posso te ajudar!). E à nós todos, enquanto sociedade, sejamos mais respeitosos e empáticos!
