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Psicoterapia online para mulheres que se sentem ansiosas, sobrecarregadas ou em momentos de mudança.

Atendimento psicológico individual, com escuta acolhedora e baseada em ciência, para te ajudar a lidar melhor com o que está vivendo.

Sombra de Folha de Palmeira
Semente de dente-de-leão em close-up

Você sente que está vivendo uma fase de mudanças e, ao mesmo tempo, emocionalmente sobrecarregada?

Ansiedade, dúvidas constantes e a sensação de não saber por onde começar podem fazer parte desse momento.

Talvez você esteja tentando dar conta de tudo, mas por dentro se sente cansada, insegura ou perdida.

A psicoterapia é um espaço para compreender o que você está vivendo com mais clareza e encontrar formas mais leves e possíveis de atravessar essa fase.
 

A terapia pode te ajudar se você

Se sente emocionalmente sobrecarregada e não sabe por onde começar.

Percebe que está mais ansiosa, irritada ou esgotada do que o habitual.

Sente dificuldade em tomar decisões ou seguir em frente.

Tem a sensação de estar perdida ou desconectada de si mesma.

Ou simplesmente sente que precisa de um espaço para se compreender melhor.
 

tratamentos
tratamentos

A psicoterapia online é uma forma segura e eficaz de cuidado emocional, permitindo que você tenha um espaço de escuta e acolhimento no seu próprio ambiente.

Os atendimentos são individuais, realizados por videochamada, com duração de 50 minutos, mediante agendamento prévio, com sigilo, ética e responsabilidade profissional.

Você pode fazer sua sessão de onde estiver, com praticidade e conforto, mantendo a qualidade do acompanhamento psicológico.
 

Atendimento Online
sobre
Superfície arenosa da praia
Sobre mim
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Sou Isabela Veroneze, psicóloga, e trabalho com mulheres que estão vivendo momentos de mudança, ansiedade ou sobrecarga emocional.

Muitas vezes, essas fases vêm acompanhadas de dúvidas, inseguranças e da sensação de estar perdida ou sem direção — mesmo quando, por fora, parece que está tudo sob controle.

Meu trabalho é oferecer um espaço de escuta acolhedor e sem julgamentos, onde você possa compreender melhor o que está sentindo, organizar seus pensamentos e encontrar formas mais leves e possíveis de lidar com esse momento.

Sou pós-graduada em Psicologia da Saúde, com especialização em Psicologia Perinatal, área que envolve os aspectos emocionais relacionados ao planejamento familiar, gestação, parto e pós-parto.

Atualmente, sigo em formação em Psicologia Analítica Junguiana e em Psicologia Clínica, aprofundando continuamente minha prática com um olhar ético, sensível e fundamentado.

Isabela Veroneze
CRP 08/17540

Se você sente que este é o momento para cuidar de si, estou aqui para te ajudar.

Artigos

 Em terras distantes 

Explorar terras distantes em busca de novas oportunidades exige coragem. E essa jornada gera, em grande parte das vezes, níveis de estresse tão intensos que ultrapassam a capacidade de adaptação humana, acarretando em verdadeiros desafios emocionais diários. Recomeçar e criar novas raízes sociais e culturais em um novo lugar pode parecer fácil, mas os sonhos de uma vida melhor carregam inúmeras barreiras que tornam o caminho das realizações mais pesado e doloroso, como a sensação de perda, de isolamento e não pertencimento ao lugar e às tradições, preconceitos vivenciados, solidão, saudade e distanciamento dos parentes. A dificuldade na comunicação e socialização, além das dificuldades financeiras e de adaptação à rotina e cultura local, também podem acarretar em desequilíbrios emocionais. Portanto a saúde mental merece atenção! Compartilhe o que sente com amigos e familiares; busque e mantenha contato com pessoas que estão tendo ou tiveram experiências parecidas e que acolham e compreendam suas dores; pratique o autocuidado e busque ajuda profissional. E lembre-se: você é o autor da sua própria história e não veja cada dificuldade como um sinal de fraqueza, mas que cada obstáculo superado pode te fortalecer durante o caminho para que alcance os seus tão sonhados objetivos!

 A culpa na maternidade 

Costuma-se dizer que quando nasce uma mãe, nasce também uma culpa. Difícil é encontrar uma mulher que tenha filho e não tenha tido esse sentimento ao menos uma vez. Seja por estar longe ou perto demais do filho, por trabalhar fora ou pelos afazeres domésticos, por sentir que há muito ou pouco apego, por sair sem os filhos, por ter perdido a paciência em algum momento. Enfim, os motivos são diversos e infinitos. Existe a crença de que a mulher deve dar conta de tudo, levando a uma auto cobrança e uma pressão da sociedade, como se a responsabilidade pelos filhos fosse exclusivamente da mãe. É percebido que os homens não sentem esse mesmo peso, ou pelo menos não na mesma proporção. É necessário ressaltar que o sentimento de culpa pode ser benéfico quando este leva a uma reflexão e avaliação de suas atitudes, e consequentemente permita promover um aprimoramento constante. Contudo é importante estar atento ao nível de frequência e intensidade com que a culpa surge no dia a dia da mulher e a maneira com que esta tem afetado sua vida. Nesse sentido, um psicólogo perinatal pode auxiliar no processo de autoconhecimento, favorecendo o reconhecimento e atenuação da culpa, proporcionando assim uma maior qualidade de vida e uma relação familiar mais saudável.

 Lutos invisíveis 

A dor que a sociedade não compreende, mas merece ser reconhecida... As perdas são inevitáveis e fazem parte do processo da vida. E isso causa dor que se intensifica à medida em que não permitem seu sofrimento. Além da dor existir, não poder senti-la é cruel. Diferente do luto convencional, o luto invisível é quando a sociedade não compreende a dor da perda. Porém não precisamos passar pela mesma dor pra entender o que o outro sente. Aliás, nunca sentiremos igual. Também não devemos tentar minimizar com frases prontas de que vai passar, que é assim mesmo, ou que poderia ser pior... Engana-se quem pensa que isso alivia o sofrimento. Na verdade é mais uma invalidação do sofrimento do que um consolo. Existem diversos lutos invisíveis, como por exemplo a perda de um bebê, de um animal de estimação, o fim de um relacionamento, a perda de emprego, aposentadoria, um lugar que teve que deixar, o diagnóstico de uma doença grave, um familiar com Alzheimer que não o reconhece mais, distanciamentos familiares e inúmeros outros casos. E você pode perceber o luto de uma forma diferente, então evite diminuir o sentimento do outro, permita que a pessoa vivencie o luto no seu tempo, ofereça apoio emocional, tente ouvi-la e acolher sua dor, e encoraje-a a buscar ajuda profissional para que possa enfrentar e elaborar o luto. Então à você que está vivenciando o luto, seja qual for... receba um grande abraço e saiba que está tudo bem sentir sua dor (mas se estiver difícil lidar com ela, posso te ajudar!). E à nós todos, enquanto sociedade, sejamos mais respeitosos e empáticos!

artigos

Isabela Veroneze | Psicóloga CRP 08/17540


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Atendimento ético e fundamentado na Psicologia Analítica.

 

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